
Quem se muda sozinho arrisca por um. Você decide por todos, e é por isso que as suas perguntas são outras:
O plano B que a família cobra em toda conversa difícil, e que só existe na cabeça. Sem documento, na hora do aperto não há plano: há fila de consulado.
Cônjuge, filhos, às vezes os avós: cada um tem documentação, biometria e prazo próprios. Coordenar isso sozinho, com escola e trabalho no meio, é um segundo emprego.
Mudar é reversível; bagunçar um ano de escola, não. A mudança certa é a que se faz com data, ordem e o mínimo de improviso.
Sucessão, patrimônio e a pergunta que ninguém gosta de fazer: se algo acontecer comigo, o que sobra organizado para eles?
Para as quatro, uma resposta: um bloco, um dono, cada pessoa com o seu processo, tudo na SUA agenda.
Responda três perguntas e veja o formato do seu bloco. Sem cadastro, sem e-mail.
É a diferença entre contratar um despachante por pessoa e ter uma operação cuidando do bloco:
Os processos correm juntos e as janelas de viagem são organizadas para a família ir junta, biometria de todos, incluindo as crianças, na mesma janela.
A família inteira fala com a mesma pessoa, do primeiro documento à cédula do caçula.
Frota e gente da Romper nos órgãos, ninguém da família enfrenta balcão sozinho, em espanhol, com criança no colo.
O processo de cada um visível no SOR, documentos, prazos e avisos antes de qualquer vencimento.

O caminho todo, com as médias reais da operação. Passos com página abrem em nova guia.
Quem entra, quando, e o plano por pessoa, com custos e janelas de viagem combinadas com a escola e o trabalho.
Certidões e apostilas de cada um, conferidas letra por letra, e a admissão protocolada com a família junta.
A identidade paraguaia de cada um, a porta do RUC, da conta e da escola sem sufoco.
O corte formal com a Receita para os adultos que mudam de verdade, e a base fiscal nova, viva. De outro país? Advogado de lá; o resto, conosco.
Empresa patrimonial e sucessão em vida, com o jurídico da Romper, para o futuro deles ficar organizado agora.
A temporária vira permanente com tempo, não com pressa, o SOR vigia o prazo de cada um e avisa antes.
A implantação completa costuma pedir três viagens no primeiro ano, e a Romper organiza as janelas para a família viajar junta. O gerente confirma o seu caso na conversa gratuita.
Não precisa mudar já para proteger já. A regra da imigração paraguaia:
Durante a admissão temporária: uma entrada por ano, que pode ser as férias da família, mantém o plano B de todos ativo.
Depois da residência permanente. O plano B vira definitivo, e quase não pede presença.
Sede, cowork, frota e equipe ficam onde a sua família vai viver a vida real, escola, médico, mercado, aeroporto:
Vai para fora da Grande Asunción? A gente te diz na primeira conversa, e não te atende mal à distância. Escola, casa e adaptação a gente não resolve: sobre isso, o Marlon fala no canal, 700 mil pessoas acompanham.
O Marlon imigrou quando não existia assessoria séria, casou com uma paraguaia e vive aqui, a Romper que cuida da sua família é tocada por quem fez a própria mudança:
Famílias reais da Romper. Depoimento em vídeo, nunca texto inventado.

Conduz os processos da família inteira, e responde por todos eles.

Leva e acompanha a família nos órgãos, ninguém enfrenta balcão sozinho.

O corte formal com a Receita, para os adultos que mudam de verdade.

Sucessão em vida e a parte legal da família, time da Romper.
Melhor saber agora do que com a mudança marcada.
O que este perfil pergunta antes de decidir. O que for só do seu bloco, a conversa gratuita resolve.
Bloco familiar conduzido junto, e o dia em que todos saíram com a cédula.






Chame no WhatsApp, em português, espanhol ou inglês. A conversa é gratuita: o gerente desenha o bloco da sua família, com custos por pessoa, ordem e janelas de viagem.