Todo dia chega o mesmo pedido: “tenho clientes querendo ir para o Paraguai, quero ser parceiro”, e, no fundo da frase, uma comissão. A nossa resposta é sempre a mesma, e ela não é um “não” seco: o seu cliente é muito bem atendido, e quem ganha condição especial aqui é você, não o intermediário.
Sem comissão · sem permuta · sem afiliação, e explicamos exatamente por quê

A Romper não paga comissão por indicação, de propósito. Assim, a sua recomendação nunca é sobre o seu bolso: é sobre o seu cliente, que paga o preço de tabela e recebe a estrutura inteira.
No lugar, a parceria paga com o que dinheiro não compra em Assunção: condição de cliente da Romper, coworking na sede, canal direto com a equipe e acesso ao SOR para acompanhar cada caso que você indicou.
Vem de consultor, advogado, contador e administrador com carteira brasileira. Não pagamos. Mas o seu cliente é atendido pela nossa estrutura inteira, e você entra com condição própria no seu pacote.
Também não. Recomendação comprada não é recomendação: é anúncio disfarçado. Se você quer aparecer para a nossa audiência, o caminho existe, é claro e é pago: publicidade.
Nossa audiência ouve o que dizemos porque sabemos dizer não. No dia em que a indicação passa a depender de quem paga mais, ela deixa de valer, para o público e para quem anuncia.
Antes de ganhar junto, existe uma pergunta simples: quando chegou a hora de resolver o seu caso, quem você escolheu?
Parceria profissional aqui é com quem tem a própria estrutura na Romper: documentação migratória, contabilidade ou a consultoria paga. Quem usa a operação sabe o que está recomendando, e recomenda com convicção, não com folheto.
Se você conhecia a Romper, comparou e foi no concorrente mais barato (ou fez sozinho), a resposta é não. No momento de acreditar no serviço, você não acreditou. Ganhar dinheiro junto depois disso não é parceria: é oportunidade.
Não conhecia a Romper na época? Já vive no Paraguai há muitos anos e resolveu tudo antes? Isso a gente releva: ninguém escolhe contra o que nunca viu. O caminho é simples: traga um serviço seu para a Romper e a conversa começa do zero.
O caminho é curto porque não há divisão de receita para negociar.
Quando a indicação é paga, o parceiro indica quem paga mais, não quem atende melhor. O seu cliente vira a mercadoria da conversa, e a sua reputação vai junto.
Comissão não sai do ar: sai do preço. O cliente indicado por comissão paga mais caro pelo mesmo serviço, e um dia descobre.
Na parceria informal, o erro do prestador respinga em quem indicou. Você emprestou a sua confiança, e ficou sem contrato, sem controle e sem resposta.
Quem traz cliente para a Romper entra com condição própria, coworking na sede e canal direto com a equipe, e o SEU cliente é atendido pelo preço de tabela, com a operação inteira respondendo. A sua indicação continua sua: a gente só honra o resto.
Respostas diretas: as objeções reais que chegam todo dia.
Você sai sabendo o seu caminho, o prazo real e quanto custa; com ou sem a gente.