Romper
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Serviço · indústria

Indústria se traz com
previsibilidade.

A Romper apoia a implementação de quem já tem fábrica: números, licenças e prazos mapeados antes de a primeira máquina sair do lugar.

Operação já existenteGrande Assunción · 120 kmPróximo início: fev/2027
Linha de produção industrial em galpão no Paraguai
O caminho da Romper

Três etapas,nesta ordem.

Cada etapa existe para tornar a seguinte previsível. Quem começa pela última paga a conta duas vezes.

1 · decidir se vem
Consultoria com o fundador

50 minutos sobre o SEU caso: se o Paraguai serve, em que ordem e com que expectativa. Sai daqui com decisão, inclusive a de não vir.

→
2 · saber os números
Diagnóstico Go/No-Go

A operação inteira em cenários: origem Mercosul e NCM, regime, licenças, logística, capital e cronograma, com veredito por escrito. Entrega em 45 dias úteis.

→
3 · executar
Apoio à Implementação Industrial

Licenças, órgãos, regime e documentação conduzidos pela nossa equipe, com você no comando da fábrica, do primeiro dia ao último.

Quem já tem o próprio diagnóstico (e às vezes conhece o próprio setor melhor que qualquer consultor) entra direto na etapa 3. O diagnóstico da Romper não é obrigatório: é o caminho de quem quer os números conferidos por quem vive aqui.

Os investimentos de cada etapa (e as formas de pagamento) estão publicados no fim desta página, como tudo na Romper: preço na tela.

Para quem esta página foi escrita

O Paraguai é lugar deotimização.

Aqui se maximiza lucro, se reduz custo e se otimiza o que já funciona. Por isso trabalhamos com indústria que já existe: quem tem fábrica no país de origem e quer trazer uma linha, uma etapa ou a produção inteira.

Quem já produz sabe quanto custa o equipamento, sabe operá-lo, sabe de onde vem a matéria-prima e conhece a própria margem. Esse projeto tem previsibilidade, e previsibilidade é o que faz uma implantação terminar.

A Romper não atua com ideia nova. Projeto que ainda não produziu em lugar nenhum não tem custo de equipamento aferido, matéria-prima mapeada nem margem conhecida, e é exatamente disso que a implantação vive. Testar modelo pede um lugar onde errar é barato; o Paraguai recompensa quem chega com o processo dominado.

Empresário industrial e equipe da Romper conferindo desenho de linha de produção na mesa.
O padrão de entrada

Sete de cada dez projetossaem daqui com um não.

Não é capricho, é o que sustenta a entrega de quem entra. São seis critérios, com os dois lados na mesa, e a resposta vem na primeira conversa: nunca no meio da obra.

Operação
Fábrica em funcionamentoProdução ativa no país de origem, com processo, equipamento e matéria-prima dominados. Trazer uma linha que já roda é previsível.
Ideia nova, sem produção rodandoNunca produziu em lugar nenhum? A Romper não pega, em nenhum porte. Sem custo real de máquina e margem conhecida, não existe o que planejar.
Porte
Vende acima de US$ 3 milhões por anoFaturamento anual no país de origem, a faixa em que a implantação se paga. As conversões em euro, real e peso estão adiante nesta página.
Vende menos que issoO payback estica além do que o próprio projeto sustenta, e projeto que para no meio custa mais do que projeto que não começa. Melhor uma assessoria menor, ou fazer por conta.
Prazo
18 meses ou mais até a operação plenaLicença, imóvel, importação de ativos e padronização têm tempo próprio, e quem trabalha com esse horário real chega à produção.
Quer a fábrica produzindo antes de 18 meses?Não fale com a gente. Esse cronograma só fecha ignorando licença ambiental, registro setorial e importação de máquina, ou seja, não fecha.
Capital
Capital próprio com solvência documentadaBalanços, balancete, imposto de renda, notas e extratos: o mesmo padrão que o banco paraguaio exige para receber o aporte.
Dinheiro sem documento, ou crédito público como planoSem balanço, IR, notas e extratos o banco não recebe o seu aporte, e sem aporte, não há contrato. Contando com crédito do governo? Também não.
Comando
Empresa no seu nome, equipe sua no dia a diaRUC, EAS ou S.A. sempre no nome de quem investe, com sócio ou representante em território paraguaio para os atos.
Quem espera que a gente toque a fábricaProcura quem administre o negócio por você? Não somos nós. Chefe de produção, RH, compras, internet e limpeza são seus: a Romper conduz a estrutura; quem opera é a sua equipe.
Regime
Regime escolhido pela contaA maioria começa no regime geral (o 10-10-10) com certificado Mercosul; maquila (Lei 7547/2025) ou incentivos (Lei 7548/2025) entram a partir do segundo ano.
Maquila como exigência, antes da contaChegou exigindo maquila sem conhecer a própria carga? A conversa não avança. Regime se escolhe com número na mão, e quase nunca no primeiro ano.

Duas recusas não entram nesta lista porque valem sozinhas, e estão logo abaixo: projeto de terceiro travado no meio e qualquer rota fora da lei. Nessas duas não existe exceção, e a fila da Romper existe justamente porque a lista existe.

Quem está do outro lado do não

Quem filtra assim,constrói aqui.

O Grupo Romper conduz a maior operação para quem se estabelece no Paraguai: +6.000 clientes, sede própria na Grande Assunción, equipe e frota da Romper.

E fala de indústria com a mão na massa: o próprio grupo está implantando a sua fábrica. As licenças, os órgãos e os prazos desta página são o nosso dia a dia com o nosso próprio capital, não teoria de consultor.

É do grupo também o IndustriaPY.com, diretório e mapa da indústria paraguaia, e um canal que 700 mil pessoas acompanham, onde os mesmos nãos desta página são ditos em público, com nome e rosto.

Marlon Rihayem de capacete na obra da fábrica do grupo, estrutura em construção ao fundo.
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“Indústria no Paraguai sem romance: o que funciona e o que trava”CORTEVídeo do Marlon · ~3 min · do canal que 700 mil pessoas acompanham
O terreno técnico

Os seis gargalosque decidem um projeto.

Não é a máquina que atrasa uma fábrica no Paraguai, são estes seis pontos, cada um com órgão, critério e calendário próprios. É sobre eles que o Diagnóstico se debruça, e é neles que o apoio à implementação trabalha todo dia.

01DNIT · certificado de origem

Origem Mercosul: NCM antes de tudo

O produto qualifica como originário? A regra por NCM pede salto tarifário ou percentual de valor agregado regional, com rastro documental de cada insumo. Errar aqui não atrasa: invalida o modelo; a mercadoria entra no Brasil pagando imposto de importação e a conta que motivou a mudança desaparece.

02Municipalidade

Uso de solo: o gate do galpão

Antes do aluguel ou da escritura vem o informe de uso de suelo e a patente municipal: cada ordenança define o que pode operar em cada zona, e altura atípica ou ruído mudam a resposta. É aqui que nasce o clássico “galpão no lugar errado”.

03MADES · SIAM

Licença ambiental: o relógio real

Conforme o impacto, o caminho é DIA ou EIA pelo sistema do MADES. O prazo declarado é de semanas; na prática, 6 a 18 meses para operação industrial, e cada observação do técnico reinicia parte da contagem. É o principal motivo do prazo de 18 meses.

04ANDE

Energia: potência, não tarifa

A energia paraguaia é competitiva; o problema é chegar até a sua porta. Potência contratada, capacidade da subestação mais próxima e extensão de ramal definem custo e cronograma; carga alta ainda pede enquadramento específico junto à ANDE.

05MIC · SUACE

Regime: aprovado antes de exportar

Regime geral com certificado Mercosul, maquila (Lei 7547/2025) ou incentivos (Lei 7548/2025): cada um com programa, cadastro e prazo próprios, tramitados pela janela única do MIC. Regime escolhido depois da máquina comprada custa retrabalho.

06DNIT · despacho

Aduana: o ativo preso na fronteira

Importação de máquina exige classificação correta, regime aduaneiro coerente com o projeto e cadastros nas janelas únicas (VUI/VUE), hoje com declaração aduaneira digital. Documento errado não volta atrás: fica parado com o seu capital dentro.

Nenhum desses seis se resolve por telefone, e nenhum aceita ser feito fora de ordem. É por isso que a Romper cobra 18 meses, exige lastro e trabalha dentro de 120 km, e é por isso que projeto já travado no meio raramente se recupera: quase sempre um destes seis foi decidido antes de ser estudado.

Quem conduz

Dois nomes respondempor tudo isto.

Numa implantação industrial você não contrata uma marca: contrata quem assina. Estas são as duas pessoas com quem você vai tratar.

Retrato de Marlon Rihayem, fundador do Grupo Romper, na sede

Marlon Rihayem

Fundador do Grupo Romper

Conduz a consultoria e o veredito Go/No-Go. Vive no Paraguai, investe aqui e está implantando a fábrica do próprio grupo: quando ele diz que a conta não fecha, já fez essa conta com o próprio dinheiro.

É também quem diz os nãos desta página em público, no canal que 700 mil pessoas acompanham.

Retrato de Marco Sotana, jurídico do Grupo Romper

Marco Sotana

Advogado · escopo e órgãos

Responde pelo escopo do contrato e pela condução legal junto aos órgãos: o que a Romper assina, em que ordem, sob quais condições, e o que fica fora, escrito com essas palavras.

É com ele que o seu advogado vai falar quando quiser conferir cada linha antes da assinatura. É para isso que ele existe na Romper.

Projeto já iniciado

Começamos do começo.Sempre.

A Romper não assume projeto industrial iniciado por terceiro e travado no meio do caminho: maquila que não deveria ser maquila, galpão no lugar errado, licença pedida fora de ordem. Não por orgulho: porque a nossa entrega depende de decisões que agora já foram tomadas por outro.

O que costuma vir travado

Regime escolhido antes de conferir a origem Mercosul, imóvel fechado antes do licenciamento, capital comprometido em ativo que não entra pelo regime pretendido.

Por que reabrir sai mais caro

Refazer decisão estrutural custa mais que tomá-la certo, e o cronograma já perdeu a janela. O projeto raramente aceita o investimento que a correção exige.

O que a Romper oferece nesse caso

Uma consultoria com o Marlon para você entender onde o projeto travou e quais são os caminhos, inclusive com outra empresa de implementação. Continuar a execução não está na mesa.

Se ainda não executou nada

Conversa com consultor, orçamento na mão e pesquisa feita não são projeto travado, são projeto no início. Nesse caso o caminho é o mesmo de todos: decisão, números e execução, nesta ordem.

Capital e documento

Ter o dinheiro epoder provar o dinheiro.

A comprovação segue o padrão do sistema bancário paraguaio: balanços, balancete, imposto de renda, notas fiscais, extratos bancários e documentação de origem. Ela abre duas portas ao mesmo tempo: a implantação com a Romper e a entrada do capital no país.

Caminho aberto

Tem o capital e a documentação

Projeto elegível e aporte viável. É com este cenário que a Romper trabalha, e é ele que chega à produção.

Sem caminho hoje

Tem o capital, não tem a documentação

Sem lastro documental o banco não recebe o aporte, e sem aporte não existe implantação. O passo anterior é organizar a documentação na origem.

Sem caminho hoje

Tem a documentação, não tem o capital

A conta não fecha em nenhuma etapa: nem o aporte acontece, nem a fábrica sai do papel. Melhor saber agora do que na metade da obra.

Por que a Romper exige isso antes de assinar: a Romper começa a executar (abertura, licenças, órgãos) com o projeto ainda em curso. Já colocamos estrutura em pé para operação que depois não conseguiu mover o capital por falta de comprovação. Hoje a ordem é outra: primeiro o lastro, depois a assinatura, e aí a entrega acontece do começo ao fim.

Entrada do capital

Três rotas legítimaspara o dinheiro chegar aqui.

Você abre a empresa e o capital entra por uma destas rotas. A Romper analisa qual é a melhor para o seu caso, monta a documentação e conduz o processo com um gerente bancário de confiança da Romper.

Rota 1

Aporte de capital

Integralização na empresa paraguaia, com origem documentada. A rota mais comum em implantação industrial.

Rota 2

Empréstimo

Mútuo entre as partes, com contrato, taxa e rastreabilidade, útil quando o capital precisa voltar à origem.

Rota 3

Adiantamento de cliente do exterior

Adiantamento de serviço ou de pedido de cliente estrangeiro, documentado como operação comercial.

Origem em jurisdição monitorada. Capital que vem de jurisdição sob alerta do GAFI/GAFILAT (deficiências na prevenção à lavagem) ou listada como não cooperativa pela OCDE e pela União Europeia (transparência fiscal, os chamados paraísos fiscais) passa por análise reforçada, mesmo com documentação completa. O banco paraguaio pode simplesmente não aceitar o aporte, e isso define se a Romper assume a implantação.

A condução do aporte é cobrada nas primeiras operações. Depois disso o cliente já sabe fazer sozinho, e a Romper considera isso um bom resultado.

Como a Romper trabalha

Prazo se encurta com protocolo certo.Não com atalho.

A Romper tem interlocução construída no Ministério de Indústria e Comércio, nas municipalidades e com as intendências, e usa isso para o que de fato acelera um licenciamento.

O que a nossa mesa resolve

  • Protocolo correto na primeira tentativa
  • Licenças pedidas na ordem que o órgão espera
  • Exigência respondida em dias, não em semanas
  • Presença física quando o processo pede uma pessoa na sala

O que ela não faz

  • Pagamento por fora, em nenhuma instância
  • Compra de prazo ou de posição na fila
  • Exigência legal contornada “só nessa”
  • Data garantida em nome de órgão público

A operação inteira da Romper (100% dentro da lei) existe porque fábrica é ativo de década: o que se resolve por fora hoje aparece na auditoria, na exportação e no banco depois. Se o seu plano depende de atalho, o primeiro contato já não faz sentido, e dizer isso agora poupa o tempo dos dois lados.

Na ordem errada, por conta própriatrava, sem data
Galpão e máquina primeiroCompra antes de saber o custo real por NCM e por linha.
Licença descoberta tardeMADES, Municipalidade e ANDE têm fila própria, e não aceitam pressa.
O projeto travaMeses parado, e projeto travado de terceiro a Romper não assume.
Com o diagnóstico primeiro45 dias úteis
Diagnóstico completoNúmeros reais por NCM, licenças e custos mapeados antes de mover máquina.
Go ou No-Go na mãoVocê decide com prazo e custo na mesa, não com promessa.
Implementação na ordem certaCada órgão no seu tempo, no paralelo certo, sem refazer etapa.
Escopo

Onde a Romper entra, e onde você comanda.

Profissionalismo, aqui, é dizer com precisão o que a Romper assina. O que está nesta lista sai com a nossa equipe; o que não está fica no seu comando, dito com essas palavras na proposta, sem letra miúda e sem promessa emprestada.

Texto provisório · versão final com o Marco

A Romper faz

  • Licença ambiental
  • DINAVISA e registros sanitários
  • Projeto de maquila (Lei 7547/2025)
  • Projeto de incentivos (Lei 7548/2025)
  • Parecer sobre zona franca
  • Condução no MIC, SUACE e municipalidades
  • Indicação de despachante aduaneiro

Pode entrar no escopo

  • Contabilidade da operação
  • Estruturação do aporte de capital
  • Busca de galpão ou terreno
  • Construção do galpão próprio
  • Documentação migratória dos sócios
  • Recrutamento apoiado por parceiro local

Orçado à parte, caso a caso.

Fica com você

  • A obra e a instalação das máquinas
  • O layout produtivo e a engenharia de processo
  • A compra de equipamento e insumo
  • A gestão da fábrica e do time
  • O dia a dia: RH, compras, internet, limpeza
  • Empresa ou RUC no nome da Romper
  • Intermediação de crédito
  • Garantia de prazo de órgão público
Passou no filtro?

Então é assimque acontece.

Do contrato à operação plena, com cada etapa na ordem que os órgãos esperam, e com você sabendo em que ponto o projeto está, sempre.

01 · Lastro e contrato
Solvência conferida, escopo assinadoA documentação financeira entra antes da assinatura, e o contrato diz, linha a linha, o que sai com a Romper e o que fica com você.
02 · Fundação
Empresa, RUC e protocolos na ordem certaConstituição no nome dos sócios e cada protocolo na sequência que o órgão espera: é isso que encurta prazo de verdade.
03 · Regime e capital
Enquadramento e rota do aporteRegime geral com certificado Mercosul como padrão, e o aporte entrando pela rota certa, com o gerente bancário da Romper.
04 · Obra e importação
Suas, com a Romper destravando licença e fronteiraGalpão, máquinas e time são o seu comando. A Romper cuida do que trava: licença ambiental, registro setorial, despacho aduaneiro.
05 · Padronização
Dois anos com o pé na sua fábricaVistoria, patente, renovação e ajuste fino: a fase em que estar a 40 minutos da sua operação é exatamente o serviço.
Onde atendemos

Fora da Grande Assunción,não fazemos.

O apoio à implementação industrial existe dentro de um raio de 120 km do nosso escritório em Mariano Roque Alonso, a Grande Assunción. Fora desse raio a Romper não implementa e não acompanha, nem por um projeto grande, nem por insistência.

Nos dois primeiros anos, cada licença, cada patente, cada vistoria e cada ajuste de padronização pede alguém com o pé na fábrica, no mesmo dia, não na semana seguinte. Consultor a 400 km de distância não entrega isso, e a Romper não assina o que não consegue acompanhar de perto.

Fachada da sede do Grupo Romper em Mariano Roque Alonso
Alto ParanáCiudad del Este, Hernandarias, Presidente Franco: a 300 km ou mais da nossa operação.não implementamos
Minga Guazú e regiãoMesmo eixo do leste: distância que impede a presença semanal que a implantação exige.não implementamos
Concepción e o norteLogística e órgãos locais próprios, pedem consultor instalado na região.não implementamos
Rota Bioceânica e ChacoCarmelo Peralta, Loma Plata e o corredor inteiro: fora do nosso raio de acompanhamento.não implementamos

A regra vale para qualquer ponto além dos 120 km, sem exceção de porte. Nesses casos o mais profissional que a Romper faz é dizer isso agora, sem meia palavra: a sua obra vai precisar de uma empresa instalada na região, e essa escolha é sua; a Romper não indica prestador que não acompanha. Consultoria e Diagnóstico continuam valendo para todo o Paraguai: a recusa é do apoio à implementação, não do país.

Porte mínimo

A partir deUS$ 3 milhões de faturamento anual.

É a faixa em que a mudança se paga: abaixo dela o payback estica tanto que o próprio projeto costuma parar no caminho, e projeto parado no meio custa mais que projeto não iniciado.

≈ € 2.590.800≈ R$ 15.672.000≈ ARS 4.463.250.000referência de câmbio · ago/2026

Operações menores têm caminho no Paraguai, só não com a estrutura de acompanhamento que este serviço entrega. A consultoria com o Marlon e o Diagnóstico seguem à disposição.

Previsibilidade em números

O que custa descobrir cedo.

US$ 399
para decidir se vem

Uma reunião com o fundador reposiciona projeto, ordem e expectativa, ou mostra que o Paraguai não é o lugar do seu produto.

US$ 4.500
para saber os números

Origem, regime, licenças, capital e cronograma em cenários conservador, base e estresse. Com US$ 1.000 em crédito na Romper.

US$ 150 mil+
o que custa descobrir tarde

Galpão no lugar errado, regime que não encaixa, origem que não qualifica: o capital fica preso antes da primeira exportação.

É só isto que a etapa 1 e a etapa 2 fazem: transformar decisão industrial em conta fechada. Origem Mercosul, NCM, regime tributário, licença ambiental, prazo de órgão e capital de giro deixam de ser suposição e passam a ser linha de planilha, com a assinatura de quem opera no Paraguai todos os dias.

O investimento: em duas etapas
Duas etapas, dois contratos. A segunda só começa com o go da primeira.
Etapa 1 · previsibilidade
US$ 1.000 em crédito · use em 30 dias

Diagnóstico Go/No-Go

US$ 4.500
preço fechado · contratação aberta · entrega em 45 dias úteis
  • Cenários com os SEUS números
  • Origem Mercosul e NCM: o gate número um
Contratar o Diagnóstico
→
Etapa 2 · implementar

Apoio à Implementação Industrial

a partir de US$ 25.000
orçado após o Go · próximo início: fevereiro de 2027
  • Licenças, regime e órgãos conduzidos pela Romper
  • Agenda por capacidade de entrega, não por vaga
Falar com a equipe sobre o apoio
Pagamento do Diagnóstico: cartão (Stripe), USDT, USDC ou transferência bancária para a nossa conta nos Estados Unidos, ou direto com um consultor. O crédito de US$ 1.000 vale em qualquer serviço da Romper (não em serviço terceirizado) e expira 30 dias após a entrega.

Sobre a agenda: a Romper não trabalha com número fixo de vagas, e sim com capacidade de entrega. Um projeto grande pode ocupar o ano inteiro; projetos medianos, até oito. Já declinamos indústrias de grande porte por entender o tamanho do que estava em jogo, e essa foi a decisão mais profissional disponível. 2026 está fechado para novos inícios; a fila corrente é fevereiro de 2027. O Diagnóstico segue aberto.

As perguntas que chegam antes do primeiro dólar

Respostas diretas, e quando a resposta é não, ela vem assim mesmo.

O Diagnóstico de US$ 4.500 é obrigatório para contratar o apoio?
Não. Muita indústria conhece o próprio setor melhor que qualquer consultor e chega com o estudo pronto: nesse caso entra direto no apoio à implementação. O Diagnóstico é para quem quer os números conferidos por quem opera aqui, com origem, regime e licenças amarrados.
Quanto tempo leva o Diagnóstico?
45 dias úteis a partir da entrega dos dados mínimos, e pode passar disso conforme o tamanho do projeto e a quantidade de produtos, NCMs e matérias-primas a analisar: cada NCM tem regra de origem própria e cada insumo entra na conta separadamente. Se o seu caso for desses, a Romper avisa o prazo real antes de você pagar, não depois. Atenção para não confundir os dois relógios: o Diagnóstico está aberto agora; o apoio à implementação é que começa a partir de fevereiro de 2027.
Como contrato o Diagnóstico?
Direto, sem triagem prévia: cartão via Stripe, USDT ou USDC, ou falando com um consultor, se preferir. Depois do pagamento a equipe abre a coleta de dados (NCM, BOM, volumes, CAPEX) sob confidencialidade.
Como funciona o crédito de US$ 1.000?
Volta como crédito (não como dinheiro) e vale em qualquer serviço da Romper: documentação migratória, contabilidade, empresa, o próprio apoio. Não cobre serviço terceirizado (um químico contratado para uma licença específica, por exemplo). Prazo: 30 dias após a entrega.
Vocês recomendam maquila?
Depende da conta, e quase nunca no primeiro ano. A maioria das operações começa no regime geral (o 10-10-10) com certificado Mercosul, porque no início os custos de implantação são dedutíveis e a maquila cobra disciplina aduaneira diária. A partir do segundo ano avaliamos maquila (Lei 7547/2025) ou incentivos (Lei 7548/2025) com os números reais na mão.
Minha fábrica ficaria a 300 km de Assunción. Vocês atendem?
Consultoria e Diagnóstico, sim, para qualquer região do Paraguai. O apoio à implementação, não: ele exige presença constante nos dois primeiros anos e a Romper o limita a 120 km da sede. Nesse caso o mais útil que fazemos é te dizer que procure quem está perto da sua obra.
Comecei o projeto com outro consultor e travou. Vocês assumem?
Não assumimos a execução. O que existe é uma consultoria com o Marlon para mapear onde travou e quais são as saídas, inclusive com outra empresa de implementação. As decisões estruturais já tomadas são o que impede a Romper de responder pelo resultado.
Preciso morar no Paraguai para ter a fábrica aqui?
O dono, na maioria dos casos, não. Mas a operação precisa de gente sua em território paraguaio: um sócio ou representante com poderes para os atos da empresa e uma equipe que toque o dia a dia. Para deixar claro desde agora: a Romper conduz a estrutura, não a rotina: não somos o seu RH, não gerenciamos produção, não contratamos internet nem cuidamos da limpeza do chão de fábrica. Licenças, regime, órgãos e documentação são nossos; a fábrica funcionando todo dia é sua. A admissão migratória do dono costuma entrar por estratégia fiscal própria, não por exigência da fábrica.
Consigo crédito ou incentivo do governo paraguaio para financiar a fábrica?
A Romper não intermedia crédito e não constrói projeto sobre essa hipótese. Incentivo fiscal existe e é real, mas é redução de imposto sobre uma operação que se sustenta com capital próprio, não funding de entrada.
Quanto tempo até a fábrica operar?
Trabalhamos com o horário dos órgãos: licença ambiental, registro setorial, importação de ativos e padronização levam tempo próprio. Projeto que precisa produzir em menos de 18 meses não fecha, e o Diagnóstico entrega esse cronograma com as dependências na ordem.
Dá para acelerar licença por outros meios?
Não. A Romper tem interlocução construída no MIC, nas municipalidades e com intendências, e usa isso para protocolo correto, ordem certa e acompanhamento, que é o que de fato encurta prazo. Fora da lei não trabalhamos, em nenhuma etapa, com nenhum cliente.

A próxima máquina que você movepode ser a certa.

Comece pela decisão, siga pelos números e implante com quem mora a 40 minutos da sua fábrica.