
Cada etapa existe para tornar a seguinte previsível. Quem começa pela última paga a conta duas vezes.
50 minutos sobre o SEU caso: se o Paraguai serve, em que ordem e com que expectativa. Sai daqui com decisão, inclusive a de não vir.
A operação inteira em cenários: origem Mercosul e NCM, regime, licenças, logística, capital e cronograma, com veredito por escrito. Entrega em 45 dias úteis.
Licenças, órgãos, regime e documentação conduzidos pela nossa equipe, com você no comando da fábrica, do primeiro dia ao último.
Quem já tem o próprio diagnóstico (e às vezes conhece o próprio setor melhor que qualquer consultor) entra direto na etapa 3. O diagnóstico da Romper não é obrigatório: é o caminho de quem quer os números conferidos por quem vive aqui.
Os investimentos de cada etapa (e as formas de pagamento) estão publicados no fim desta página, como tudo na Romper: preço na tela.
Aqui se maximiza lucro, se reduz custo e se otimiza o que já funciona. Por isso trabalhamos com indústria que já existe: quem tem fábrica no país de origem e quer trazer uma linha, uma etapa ou a produção inteira.
Quem já produz sabe quanto custa o equipamento, sabe operá-lo, sabe de onde vem a matéria-prima e conhece a própria margem. Esse projeto tem previsibilidade, e previsibilidade é o que faz uma implantação terminar.
A Romper não atua com ideia nova. Projeto que ainda não produziu em lugar nenhum não tem custo de equipamento aferido, matéria-prima mapeada nem margem conhecida, e é exatamente disso que a implantação vive. Testar modelo pede um lugar onde errar é barato; o Paraguai recompensa quem chega com o processo dominado.

Não é capricho, é o que sustenta a entrega de quem entra. São seis critérios, com os dois lados na mesa, e a resposta vem na primeira conversa: nunca no meio da obra.
Duas recusas não entram nesta lista porque valem sozinhas, e estão logo abaixo: projeto de terceiro travado no meio e qualquer rota fora da lei. Nessas duas não existe exceção, e a fila da Romper existe justamente porque a lista existe.
O Grupo Romper conduz a maior operação para quem se estabelece no Paraguai: +6.000 clientes, sede própria na Grande Assunción, equipe e frota da Romper.
E fala de indústria com a mão na massa: o próprio grupo está implantando a sua fábrica. As licenças, os órgãos e os prazos desta página são o nosso dia a dia com o nosso próprio capital, não teoria de consultor.
É do grupo também o IndustriaPY.com, diretório e mapa da indústria paraguaia, e um canal que 700 mil pessoas acompanham, onde os mesmos nãos desta página são ditos em público, com nome e rosto.

Não é a máquina que atrasa uma fábrica no Paraguai, são estes seis pontos, cada um com órgão, critério e calendário próprios. É sobre eles que o Diagnóstico se debruça, e é neles que o apoio à implementação trabalha todo dia.
O produto qualifica como originário? A regra por NCM pede salto tarifário ou percentual de valor agregado regional, com rastro documental de cada insumo. Errar aqui não atrasa: invalida o modelo; a mercadoria entra no Brasil pagando imposto de importação e a conta que motivou a mudança desaparece.
Antes do aluguel ou da escritura vem o informe de uso de suelo e a patente municipal: cada ordenança define o que pode operar em cada zona, e altura atípica ou ruído mudam a resposta. É aqui que nasce o clássico “galpão no lugar errado”.
Conforme o impacto, o caminho é DIA ou EIA pelo sistema do MADES. O prazo declarado é de semanas; na prática, 6 a 18 meses para operação industrial, e cada observação do técnico reinicia parte da contagem. É o principal motivo do prazo de 18 meses.
A energia paraguaia é competitiva; o problema é chegar até a sua porta. Potência contratada, capacidade da subestação mais próxima e extensão de ramal definem custo e cronograma; carga alta ainda pede enquadramento específico junto à ANDE.
Regime geral com certificado Mercosul, maquila (Lei 7547/2025) ou incentivos (Lei 7548/2025): cada um com programa, cadastro e prazo próprios, tramitados pela janela única do MIC. Regime escolhido depois da máquina comprada custa retrabalho.
Importação de máquina exige classificação correta, regime aduaneiro coerente com o projeto e cadastros nas janelas únicas (VUI/VUE), hoje com declaração aduaneira digital. Documento errado não volta atrás: fica parado com o seu capital dentro.
Nenhum desses seis se resolve por telefone, e nenhum aceita ser feito fora de ordem. É por isso que a Romper cobra 18 meses, exige lastro e trabalha dentro de 120 km, e é por isso que projeto já travado no meio raramente se recupera: quase sempre um destes seis foi decidido antes de ser estudado.
Numa implantação industrial você não contrata uma marca: contrata quem assina. Estas são as duas pessoas com quem você vai tratar.

Conduz a consultoria e o veredito Go/No-Go. Vive no Paraguai, investe aqui e está implantando a fábrica do próprio grupo: quando ele diz que a conta não fecha, já fez essa conta com o próprio dinheiro.
É também quem diz os nãos desta página em público, no canal que 700 mil pessoas acompanham.

Responde pelo escopo do contrato e pela condução legal junto aos órgãos: o que a Romper assina, em que ordem, sob quais condições, e o que fica fora, escrito com essas palavras.
É com ele que o seu advogado vai falar quando quiser conferir cada linha antes da assinatura. É para isso que ele existe na Romper.
A Romper não assume projeto industrial iniciado por terceiro e travado no meio do caminho: maquila que não deveria ser maquila, galpão no lugar errado, licença pedida fora de ordem. Não por orgulho: porque a nossa entrega depende de decisões que agora já foram tomadas por outro.
Regime escolhido antes de conferir a origem Mercosul, imóvel fechado antes do licenciamento, capital comprometido em ativo que não entra pelo regime pretendido.
Refazer decisão estrutural custa mais que tomá-la certo, e o cronograma já perdeu a janela. O projeto raramente aceita o investimento que a correção exige.
Uma consultoria com o Marlon para você entender onde o projeto travou e quais são os caminhos, inclusive com outra empresa de implementação. Continuar a execução não está na mesa.
Conversa com consultor, orçamento na mão e pesquisa feita não são projeto travado, são projeto no início. Nesse caso o caminho é o mesmo de todos: decisão, números e execução, nesta ordem.
A comprovação segue o padrão do sistema bancário paraguaio: balanços, balancete, imposto de renda, notas fiscais, extratos bancários e documentação de origem. Ela abre duas portas ao mesmo tempo: a implantação com a Romper e a entrada do capital no país.
Projeto elegível e aporte viável. É com este cenário que a Romper trabalha, e é ele que chega à produção.
Sem lastro documental o banco não recebe o aporte, e sem aporte não existe implantação. O passo anterior é organizar a documentação na origem.
A conta não fecha em nenhuma etapa: nem o aporte acontece, nem a fábrica sai do papel. Melhor saber agora do que na metade da obra.
Por que a Romper exige isso antes de assinar: a Romper começa a executar (abertura, licenças, órgãos) com o projeto ainda em curso. Já colocamos estrutura em pé para operação que depois não conseguiu mover o capital por falta de comprovação. Hoje a ordem é outra: primeiro o lastro, depois a assinatura, e aí a entrega acontece do começo ao fim.
Você abre a empresa e o capital entra por uma destas rotas. A Romper analisa qual é a melhor para o seu caso, monta a documentação e conduz o processo com um gerente bancário de confiança da Romper.
Integralização na empresa paraguaia, com origem documentada. A rota mais comum em implantação industrial.
Mútuo entre as partes, com contrato, taxa e rastreabilidade, útil quando o capital precisa voltar à origem.
Adiantamento de serviço ou de pedido de cliente estrangeiro, documentado como operação comercial.
A condução do aporte é cobrada nas primeiras operações. Depois disso o cliente já sabe fazer sozinho, e a Romper considera isso um bom resultado.
A Romper tem interlocução construída no Ministério de Indústria e Comércio, nas municipalidades e com as intendências, e usa isso para o que de fato acelera um licenciamento.
A operação inteira da Romper (100% dentro da lei) existe porque fábrica é ativo de década: o que se resolve por fora hoje aparece na auditoria, na exportação e no banco depois. Se o seu plano depende de atalho, o primeiro contato já não faz sentido, e dizer isso agora poupa o tempo dos dois lados.
Profissionalismo, aqui, é dizer com precisão o que a Romper assina. O que está nesta lista sai com a nossa equipe; o que não está fica no seu comando, dito com essas palavras na proposta, sem letra miúda e sem promessa emprestada.
Orçado à parte, caso a caso.
Do contrato à operação plena, com cada etapa na ordem que os órgãos esperam, e com você sabendo em que ponto o projeto está, sempre.
O apoio à implementação industrial existe dentro de um raio de 120 km do nosso escritório em Mariano Roque Alonso, a Grande Assunción. Fora desse raio a Romper não implementa e não acompanha, nem por um projeto grande, nem por insistência.
Nos dois primeiros anos, cada licença, cada patente, cada vistoria e cada ajuste de padronização pede alguém com o pé na fábrica, no mesmo dia, não na semana seguinte. Consultor a 400 km de distância não entrega isso, e a Romper não assina o que não consegue acompanhar de perto.

A regra vale para qualquer ponto além dos 120 km, sem exceção de porte. Nesses casos o mais profissional que a Romper faz é dizer isso agora, sem meia palavra: a sua obra vai precisar de uma empresa instalada na região, e essa escolha é sua; a Romper não indica prestador que não acompanha. Consultoria e Diagnóstico continuam valendo para todo o Paraguai: a recusa é do apoio à implementação, não do país.
É a faixa em que a mudança se paga: abaixo dela o payback estica tanto que o próprio projeto costuma parar no caminho, e projeto parado no meio custa mais que projeto não iniciado.
Operações menores têm caminho no Paraguai, só não com a estrutura de acompanhamento que este serviço entrega. A consultoria com o Marlon e o Diagnóstico seguem à disposição.
Uma reunião com o fundador reposiciona projeto, ordem e expectativa, ou mostra que o Paraguai não é o lugar do seu produto.
Origem, regime, licenças, capital e cronograma em cenários conservador, base e estresse. Com US$ 1.000 em crédito na Romper.
Galpão no lugar errado, regime que não encaixa, origem que não qualifica: o capital fica preso antes da primeira exportação.
É só isto que a etapa 1 e a etapa 2 fazem: transformar decisão industrial em conta fechada. Origem Mercosul, NCM, regime tributário, licença ambiental, prazo de órgão e capital de giro deixam de ser suposição e passam a ser linha de planilha, com a assinatura de quem opera no Paraguai todos os dias.
Sobre a agenda: a Romper não trabalha com número fixo de vagas, e sim com capacidade de entrega. Um projeto grande pode ocupar o ano inteiro; projetos medianos, até oito. Já declinamos indústrias de grande porte por entender o tamanho do que estava em jogo, e essa foi a decisão mais profissional disponível. 2026 está fechado para novos inícios; a fila corrente é fevereiro de 2027. O Diagnóstico segue aberto.
Respostas diretas, e quando a resposta é não, ela vem assim mesmo.
Comece pela decisão, siga pelos números e implante com quem mora a 40 minutos da sua fábrica.